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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Turista encontra baleia morta em mar do arquipélago de Abrolhos, na Bahia


Mamífero encalhou na região de Parcel das Paredes na tarde de terça-feira.
É o primeiro registro de encalhe de baleia em 2012, diz entidade ambiental.
Do G1 BA
Baleia foi vista por um turista em Abrolhos









(Foto: José Carlos Ferreira/Arquivo Pessoal )









Uma baleia jubarte foi encontrada morta no fim  da tarde de terça-feira (24), na região de Parcel das Paredes, no Arquipélago de Abrolhos, no extremo sul da Bahia. De acordo com o Instituto Baleia Jubarte, esse é o primeiro registro de encalhe de baleias na Bahia em 2012.

O mamífero foi localizado por um turista que passava pela região. Segundo a entidade, veterinários foram ao local e constataram que a baleia estava em avançado estado de decomposição. Foi coletado material do animal para avaliação. A baleia foi deixada no local onde encalhou porque já estava sem vida.
O Instituto Baleia Jubarte estima que 10 mil baleias da espécie passem pelo litoral do Brasil durante a temporada dos mamíferos no país, que começa em julho e vai até outubro. As baleias jubarte viajam por dois meses para acasalar e ter filhotes nas águas do litoral do extremo sul da Bahia.

Em caso de encalhes de baleias, golfinhos, focas ou lobos-marinhos, o Instituto Baleia Jubarte informa que a população pode entrar em contato com o "programa de resgate", feito em parceria com o Instituto Mamíferos Aquáticos, através dos telefones de emergência: 71 3676-1463 d 71 8154-2131 (Praia do Forte), além de 73 3297-1340, 73 8802-1874. Os números recebem ligações a cobrar e funcionam 24 horas.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Perder 24% da área produtiva para recuperar APP e Reserva Legal sairá caro para o Brasil







Recuperar os déficits de Reserva Legal (RL) e Áreas de Proteção Permanente (APPs) ocupadas com agricultura em áreas produtivas pode custar caro para o Brasil e ser especialmente devastador para a economia de estados e municípios majoritariamente dependentes da atividade agrícola e florestal. A conclusão é do novo estudo produzido pelo coordenador da RedeAgro e diretor geral do ICONE, André Meloni Nassar e do procurador da Fazenda Nacional e autor dos livros Código Florestal Comentado, Curso de Direito Ambiental e Multa Ambiental, Luís Carlos da Silva Moraes, no momento em que se discute o Código Florestal Brasileiro, cuja revisão tramita agora no Senado.


De acordo com a pesquisa, os 64,8 milhões de hectares a recompor com florestas equivalem a 24% da área total em produção no país. Além dos custos estimados para a execução do reflorestamento, que inclui o cultivo, plantio de mudas e cercamento das áreas, há a perda de arrecadação tributária e o encolhimento da renda agrícola em torno de 20,5%.
Segundo o texto, uma redução de 24% na área produtiva acarretará em um encolhimento de 20,5% – cerca de R$ 36,1 bilhões – na renda total gerada pelo setor agropecuário. Por indução, esta diminuição na renda seria responsável por um impacto adicional de R$ 91.9 bilhões nos demais setores da economia, totalizando uma redução de 3,4% no total produzido pelo Brasil em 2005. “Lembrando que o PIB brasileiro cresceu, em termos nominais, 70% de 2005 a 2010, se trazida para valores de 2010, a perda seria de R$ 218 bilhões”, afirma André Nassar.


Efeito dominó
Nassar e Moraes estimam ainda uma provável redução de consumo de mais de R$67,5 bilhões, resultado direto do impacto da perda da renda em setores diversos da economia. Em arrecadação de tributo, seriam 8,5% a menos, reduzindo a carga tributária de 33,83% do PIB para 30,93%. “Os efeitos da retirada desse nível de grandeza da economia têm reflexos inexoráveis, com redução de emprego e renda em toda a cadeia produtiva do agro e que tem a maior parte instalada nos centros urbanos”, diz o estudo. Para estados do chamado Brasil Central, fronteiras agrícolas responsáveis por boa parte da produção de alimentos e fibras do país, como Mato Grosso, Piauí, Goiás, Tocantins, Mato Grosso do Sul, Acre e Roraima, os efeitos da perda de área produtiva seriam devastadores, com redução significativa do PIB.
“Uma perda de produção agropecuária nas magnitudes estimadas levaria a um atraso econômico dessas regiões, aprofundando, ainda mais, as desigualdades já existentes no Brasil”, diz Nassar, para quem a recuperação de vegetação natural sobre área produtiva puniria com maior vigor aquelas regiões com maior dependência do setor primário, emperrando de vez o processo de diversificação da economia. “Esta conta não será paga apenas no campo. Mesmo nas cidades seus efeitos serão sentidos, na indústria, no comércio e na mesa do consumidor”, conclui.
Sobre a RedeAgro

A RedeAgro é uma iniciativa de associações, empresas, entidades e ONGs que estudam e promovem a atividade agrícola brasileira, e é coordenada pelo ICONE – Instituto do Comércio e Negociações Internacionais. Este e outros estudos desenvolvidos estão acessíveis em www.redeagro.org.br.
Fonte:

13º BPM forma 577 proerdianos em Teixeira de Freitas



Programa Educacional de Resistência as Drogas e à Violência (Proerd) através do 13º Batalhão de Polícia Militar de Teixeira de Freitas, formou mais uma turma nesta sexta-feira, 18 de novembro. Ao todo foram 577 proerdianos de seis escolas municipais. A formatura aconteceu no Cenarium Eventos.
O comandante do 13º BPM, tenente-coronel Sérgio Barros, o secretário de Educação do município, Daniel Santos, o secretário de Indústria e Comércio, Ailson Cruz, e outras representatividades da região participaram do evento.


O PROERD consiste num processo de aprendizado e de conscientização desenvolvido por policiais, em sala de aula, buscando afastar crianças e adolescentes das drogas e da violência. Com uma filosofia social de desenvolver trabalhos de prevenção ao uso de drogas e oferecer alternativas que possibilitem a redução de outros problemas locais relacionados à segurança pública. Em Teixeira de Freitas o programa foi coordenado pelo capitão Luis Cláudio tendo como instrutora a sargento Kátia Cilene. Durante o cerimonial, houve várias apresentações musicais, coreográficas e prestação de homenagens.


O tenente-coronel Sérgio Barros disse estar muito satisfeito por mais essa contribuição da Polícia Militar para a sociedade teixeirense. “Estamos preocupado com a questão das drogas na cidade, e por isso estamos investindo em crianças, adolescentes e jovens, que são o nosso futuro. Eu tenho certeza que toda situação tem jeito e a solução é essa, trabalhar os jovens mostrando a importância de se dizer não às drogas”, disse o comandante.


O secretário de Educação, Daniel Santos, que estabeleceu uma parceria de sua Pasta com o 13º BPM, disse que este tipo de iniciativa precisa acontecer não apenas com a polícia, mas com outras instituições. “A PM tem demonstrado ser amiga da escola, orientando esses jovens fazendo toda prevenção quanto ao uso de drogas. Com certeza eles colocarão isso em prática e todo trabalho não será em vão”, declarou.


Também com a certeza de que o programa produzirá resultados positivos imediatos, está o capitão Luis Cláudio, “esses proerdianos serão nossos multiplicadores junto à sociedade. Nosso objetivo é levar o conhecimento a respeito das conseqüências maléficas que as drogas podem causar na estrutura do corpo humano. Esse já o terceiro ano que trabalhamos o programa em Teixeira de Freitas e esse ano inovamos com o intercambio que foi muito produtivo”, afirmou.
O 13º BPM formará mais 557 proerdianos ainda este ano nos municípios de Alcobaça e Caravelas.